Falta trabalho para mais de 27 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com a última pesquisa do IBGE, divulgada em maio de 2018. Nesse contexto, muitas pessoas deixam de buscar emprego e se aventuram abrindo novos empreendimentos. E você, sabe como começar um negócio próprio?

Para começar um negócio, é preciso que o seu plano esteja bem organizado e as suas finanças também. Da mesma forma, mais do que ideias inovadoras, é importante saber como colocá-las em prática e, para dar conta disso, é essencial fazer uma pesquisa de mercado.

Nesse texto, daremos sete dicas para quem quer começar um negócio próprio.

1. Verifique a viabilidade do negócio

Não é porque uma empresa está indo bem em uma determinada área que você terá o mesmo resultado. Estudar com cuidado a viabilidade do seu empreendimento é fundamental. É importante analisar a fatia do mercado que pretende disputar, seus principais concorrentes e identificar os diferenciais que pode oferecer aos clientes. Além disso, teste o modelo de negócios antes de apostar todas as suas fichas nele.

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2. Aprenda sobre finanças

Cada vez mais entram no mercado o que chamamos de ‘empreendedores por necessidade’: pessoas que passam a constituir um negócio próprio porque não conseguem trabalho. O grande problema é que, muitas vezes, eles não detêm o conhecimento necessário sobre finanças para liderar e gerenciar uma empresa. Saber sobre isso, entretanto, é vital para não desperdiçar dinheiro. Segundo o SEBRAE, 23% das empresas quebram antes de fazer um ano e 36% delas por má gestão financeira.

Uma noção básica, por exemplo, é saber calcular o capital inicial para não dar “passos além da perna” e criar dívidas impagáveis ou encarar altos juros.

3. Conheça o capital inicial e o capital de giro

Dominar os conceitos de capital inicial e capital de giro é fundamental para quem está pesquisando sobre como começar um negócio próprio. O capital inicial, como o nome sugere, é o montante necessário para abrir uma empresa. O capital de giro, por sua vez, é a quantia que a empresa precisa para manter todas as despesas da operação.

Para calcular o capital de giro, pode-se fazer a subtração dos ativos circulantes (dinheiro em caixa, reservas no banco, receitas futuras) e dos passivos circulantes (contas a pagar, custos com fornecedores).

A fórmula é essa: capital de giro líquido = AC – PC.

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4. Pesquise sobre o mercado no qual pretende atuar

É importante observar quais são os principais players do seu mercado, os que deram certo e as iniciativas que fracassaram. É preciso olhar com atenção especial os fracassos e tentar entender o motivo deles.

Criar uma rede de empreendedores no setor para conversar sobre as principais dificuldades, desde as mais básicas - como burocracia e regularização - até as mais aprofundadas, também é uma boa tática.

5. Separe as contas pessoais das contas da empresa

Jamais misture as suas contas e as da empresa. Coloque os ganhos da sua empresa em uma conta bancária, preferencialmente diversa e evite ao máximo fazer saques emergenciais da conta da empresa para as despesas pessoais. Da mesma forma, não use os seus cartões de crédito e débito para pagar as despesas da empresa.

Além de causar problemas graves relacionados ao imposto de renda, essa mistura bagunça a empresa, dificultando os cálculos de faturamento, lucro real e lucro presumido.

6. Realize cursos e participe de workshops

Separe dinheiro para a qualificação. Você precisa estar sempre atualizado sobre as tendências do mercado, além de manter uma rede permanente de contatos com os principais empreendedores da área. Esses são ganhos praticamente imateriais, difíceis de calcular, mas que podem fazer a diferença entre o sucesso e as dificuldades.

7. Escolha entre abrir uma empresa independente ou uma franquia

Ainda que seja tentador iniciar um negócio do zero, analisar o mercado de franquias e as oportunidades presentes nele pode ser importante para quem deseja um investimento seguro. O mercado de franquias está em expansão no Brasil e resistiu às mais graves crises econômicas da história.

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